Enumeração é o terceiro passao após a varredura. Esta etapa consiste na identificação dos serviços que estão rodando nas portas dos sistemas descobertos, além da descoberta do sistema operacional utilizado. Compilação de dados sobre recursos disponíveis, tais como compartilhamento e usuários existentes no sistema.
Para profissionais e todas as pessoas que querem aprender um pouco mais sobre o tema, procurando minimizar as vulnerabilidades relacionadas as suas informações
sábado, 6 de outubro de 2012
sábado, 1 de outubro de 2011
Varredura

Varredura é o segundo passo logo após o footprinting para uma tentativa de intrusão bem sucedida. O intuito da varredura é tentar descobrir computadores ativos em uma determinada rede de computadores e quais portas estão em uso naquele determinando momento. Pode-se ainda tentar descobrir também qual o sistema operacional e os serviços vinculados as portas. Esse processo de varredura pode ser feito tanto manualmente, ou usando ferramentas chamadas de scanners. Uma das ferramentas mais utilizadas para fazer o scaneamento é o nmap.
Uma solução para minimizar as varreduras em uma rede é o uso de um IDS para logar as tentativas de scaneamento, sendo que o administrador poderá bloquear futuramente o acesso daquele endereço IP encontrado no log.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Footprinting

Footprinting é o primeiro passo para uma tentativa de intrusão bem-sucedida. Essa técnica serve para pesquisar e descobrir informações sobre um determinado alvo, incluindo recursos de mapeamento de redes e consultas a bancos de dados whois. Pode-se descobrir com o Footprinting informações de uma rede, links importantes, e-mails dos usuários e documentos desprotegidos. Pode ser feito tanto manualmente ou mesmo sites de busca como o google. O objetivo é tentar descobrir faixa de endereços IPs de um alvo, informações relacionadas a rotas, nomes e informações de funcionários, documentos de um determinado alvo com informações úteis. Esse processo pode ser feito por uma pesquisa manual, automatizada ou em sites de busca como o google. Uma das formas de prevenção para esse tipo de técnica é evitar que informações importantes sejam colocadas desnecessariamente em um determinado site, como e-mails e configurações da rede.
White Hats x Black Hats

Dá-se o nome de atacante à pessoa que realiza um ataque (tentativa de comprometimento ou invasão), obtendo êxito ou não. O termo mais usado pela mídia é o termo hacker, sendo que deste nome existem algumas ramificações como por exemplo os White hats e os Black hats.
Os White Hats utilizam seus conhecimentos para encontrar vulnerabilidades em aplicações e sites para divulgá-los e corrigi-los, seja para toda comunidade ou para contratantes de seus serviços. Os mesmos são responsáveis por efetuarem testes de invasão e análises de segurança, sendo de vital importância para que as organizações mantenham a segurança de seus sistemas.
Os Black Hats, diferentemente dos White Hats, utilizam seus conhecimentos para invadir os sistemas de organizações para roubar informações, de forma a obter retorno financeiro. Geralmente, qualquer ação com o intuito de prejudicar ou causar prejuízos a uma vítima, através de sistemas computacionais, pode ser atribuída aos Black Hats.
Dependendo dos conhecimentos que a pessoa irá adquirir, apenas uma linha tênue irá separar o uso dessas habilidades para ajudar ou prejudicar alguém ou uma instituição. Deve haver sempre um trabalho de conscientização nas organizações, escolas e empresas sobre o verdadeiro valor da informação tanto pessoal quanto corporativa, trabalho esse que poderá mitigar as vulnerabilidades encontradas e informar sobre as possíveis soluções para as prováveis falhas encontradas.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Virtual Private Networks - VPN's

As VPN's são túneis virtuais criptografados entre pontos autorizados, criados através da Internet ou outras redes públicas ou privadas, para transferência de informações, de modo seguro, entre redes corporativas ou usuários remotos. A segurança é a primeira e a mais importante função da VPN. Uma vez que dados privados serão transmitidos pela Internet, que é um meio de transmissão inseguro, eles devem ser protegidos de forma a não permitir que sejam modificados ou interceptados.
Uma das grandes vantagens decorrentes do uso das VPN's é a redução de custos com comunicações corporativas, pois elimina a necessidade de links dedicados de longa distância, que podem ser substituídos pela Internet.
O uso de Redes Privadas Virtuais representa uma alternativa interessante na racionalização dos custos de redes corporativas oferecendo confidencialidade e integridade no transporte de informações por meio das redes públicas.
Outro serviço oferecido pelas VPN's é a conexão entre diferentes organizações (Extranets) por meio da Internet, além de possibilitar conexões dial-up criptografadas, que podem ser muito úteis para usuários móveis ou remotos, bem como para filiais distantes de uma empresa.
Uma das grandes vantagens decorrentes do uso das VPN's é a redução de custos com comunicações corporativas, pois elimina a necessidade de links dedicados de longa distância, que podem ser substituídos pela Internet.
O uso de Redes Privadas Virtuais representa uma alternativa interessante na racionalização dos custos de redes corporativas oferecendo confidencialidade e integridade no transporte de informações por meio das redes públicas.
Outro serviço oferecido pelas VPN's é a conexão entre diferentes organizações (Extranets) por meio da Internet, além de possibilitar conexões dial-up criptografadas, que podem ser muito úteis para usuários móveis ou remotos, bem como para filiais distantes de uma empresa.
Sniffers
Sniffers são programas que possibilitam a monitoração de uma rede interna (LAN), como também, o tráfego da mesma. As informações que trafegam na rede são divididas em pacotes de dados que são, posteriormente, agrupados na máquina destinatária, mas que a mesma pode ser percebida por toda a rede. A partir daí, se um sniffer estiver localizado dentro da rede, esperando o pedido de acesso a serviços, como recebimento de e-mails, acesso remoto ou transferência de arquivos, usarnames, senhas, documentos anexos de e-mails, onde a criptografia na maioria das vezes não é aplicada, pode ocorrer o risco de se transformarem públicos.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Segurança em e-mail
Quando o assunto é e-mail existem vários riscos, desde falsificação até contaminação por vírus. Mesmo sendo um meio extremamente eficiente de se trocar informações, cada vez mais vem surgindo diversas formas de burlá-lo e torná-lo um meio de propagação de malwares pela internet. O e-mail de uma empresa deve ser utilizado para propósitos comerciais, contudo, é utilizado para propósitos particulares, para fazerem spam, e outros fins que não os de negócio.Outro aspecto que deve ser avaliado é o uso de Certificação Digital nos e-mails da empresa, evitando assim o não repúdio e garantindo a integridade não só da mensagem, mas dos arquivos em anexos. Existem empresas que monitoram o conteúdo dos e-mails enviados pelos seus funcionários para fins de auditoria ou investigação. As empresas esquecem de treinar e conscientizar os funcionários para resguardar o seu mais valioso produto, a informação, preocupando-se geralmente em treinar seus empregados para conseguirem melhores vendas e resultados.
Dada esta situação, as empresas devem acrescentar na política de segurança procedimentos para utilização do correio eletrônico e contramedidas e reportes necessários incluindo informações sobre: responsabilidades dos funcionários; utilização de técnicas de criptografia; orientações de quando não se deve utilizar o e-mail; proteção de anexos no e-mail e ataques ao e-mail.
Dada esta situação, as empresas devem acrescentar na política de segurança procedimentos para utilização do correio eletrônico e contramedidas e reportes necessários incluindo informações sobre: responsabilidades dos funcionários; utilização de técnicas de criptografia; orientações de quando não se deve utilizar o e-mail; proteção de anexos no e-mail e ataques ao e-mail.
IDS (Intrusion Detection System)
Os sistemas de detecção de intrusão são mecanismos de monitoramento capazes de perceber a ocorrência de um ataque ou comportamento anormal dos mesmos e produzir uma resposta. As respostas providas pelos IDS têm a função de alertar ao administrador do sistema ou ao administrador da rede de computadores da ocorrência de um ataque, como também uma tentativa de ataque. A diferença entre as duas situações é que na primeira, o ataque está em andamento podendo o atacante ter ou não sucesso, já no segundo caso o ataque já aconteceu e o atacante não obteve sucesso. Os IDS podem variar bastante com relação à forma como realizam o seu trabalho. Alguns atuam comparando a informação coletada com grandes bancos de dados buscando detectar uma assinatura de ataque conhecido e já documentado, outros procuram anomalias em relação às características definidas como normais para o sistema em relação ao tráfego, tipo de protocolo, tamanho de pacotes entre outras opções. Quando as evidências do ataque são localizadas, o IDS irá registrar o fato e acionar em seguida alarmes, respondendo à atividade suspeita desconectando um usuário da rede ou reprogramando o firewall para bloquear o tráfego da rede proveniente da fonte suspeita.Um IDS deve ser monitorado após a sua implementação, bem como devem ser definidos procedimentos de como os responsáveis pela segurança devem agir. Nessa fase, deve-se atentar para falsos alarmes. Um potencial invasor, que saiba que a rede possua um IDS, provavelmente a sua primeira tática será provocar um alarme de invasão para que a atenção dos administradores de segurança se concentre nesse alarme, enquanto a verdadeira invasão estará ocorrendo em outro lugar.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Esteganografia
terça-feira, 16 de março de 2010
Segurança em Computação nas Nuvens
O maior desafio a ser enfrentado pela Computação nas Nuvens é a segurança. Para entender os potenciais riscos de segurança, as empresas devem fazer uma avaliação completa de um serviço de nuvem - começando com a rede, checando as operações do fornecedor e desenvolvendo o aplicativo em nuvem. Em um relatório do Gartner (2008, aput Brodkin, 2008), há um alerta para sete principais riscos de segurança na utilização de Computação nas Nuvens:1. Acesso privilegiado de usuários. Dados sensíveis sendo processados fora da empresa trazem,
obrigatoriamente, um nível inerente de risco. Os serviços terceirizados fogem de controles “físicos, lógicos e de pessoal” que as áreas de TI criam em casa.
2. Compliance com regulamentação. As empresas são as responsáveis pela segurança e integridade de seus próprios dados, mesmo quando essas informações são gerenciadas por um provedor de serviços.
3. Localização dos dados. Quando uma empresa está usando o cloud, ela provavelmente não sabe
exatamente onde os dados estão armazenados. Na verdade, a empresa pode nem saber qual é o país em que as informações estão guardadas.
4. Segregação dos dados. Dados de uma empresa na nuvem dividem tipicamente um ambiente com dados de outros clientes. A criptografia é efetiva, mas não é a cura para tudo. “Descubra o que é feito para separar os dados,” aconselha o Gartner.
5. Recuperação dos dados. Mesmo se a empresa não sabe onde os dados estão, um fornecedor em cloud devem saber o que acontece com essas informações em caso de desastre.
6. Apoio à investigação. A investigação de atividades ilegais pode se tornar impossível em cloud
computing, alerta o Gartner. “Serviços em cloud são especialmente difíceis de investigar, por que o acesso e os dados dos vários usuários podem estar localizado em vários lugares, espalhados em uma série de servidores que mudam o tempo todo. Se não for possível conseguir um compromisso contratual para dar apoio a formas específicas de investigação, junto com a evidência de que esse fornecedor já tenha feito isso com sucesso no passado.”, alerta.
7. Viabilidade em longo prazo. No mundo ideal, o seu fornecedor de cloud computing jamais vai falir ou ser adquirido por uma empresa maior. Mas a empresa precisa garantir que os seus dados estarão disponíveis caso isso aconteça. “Pergunte como você vai conseguir seus dados de volta e se eles vão estar em um formato que você pode importá-lo em uma aplicação substituta,” completa o Gartner. A preocupação nesse aspecto fez com que a entidade Cloud Security Alliance (CSA) lançasse a segunda versão de um documento com orientações para segurança nas nuvens (www.cloudsecurityalliance.org)
Computação nas Nuvens
A Computação nas Nuvens ou Cloud Computing se refere, à ideia de utilizarmos, em qualquer lugar e independentemente de plataforma, as mais variadas aplicações atrás da Internet. Seu conceito ainda é nublado, mas conforme Santos e Meneses (2009) pode-se definir como a virtualização de produtos e serviços computacionais, ou seja, é uma maneira de armazenar todas as informações em servidores virtuais chamados de “nuvem”, onde há uma tendência mundial para este modelo, não necessitando de máquinas velozes com um grande potencial de hardware e sim de um simples computador conectado à Internet para rodar todos os aplicativos. A ideia de Computação nas Nuvens certamente não é uma novidade, mas a forma de implementá-la é um tanto inovadora. Grandes empresas estão investindo nessa nova tecnologia, onde atualmente destacam-se: Google, IBM, Amazon, Dell, HP e Microsoft.Características da Computação nas Nuvens:
· Acesso à aplicações independente de sistema operacional ou hardware;
· O usuário não precisará se preocupar com a estrutura para execução da aplicação: hardware, backup, controle de segurança, manutenção, entre outros, ficam a cargo do fornecedor de serviço;
· Compartilhamento de dados e trabalho colaborativo se tornam mais fáceis, uma vez que todos os usuários acessam as aplicações e os dados do mesmo lugar;
· Dependendo do fornecedor, o usuário pode contar com alta disponibilidade, já que, se por exemplo, um servidor parar de funcionar, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecer o serviço.
· Self-service sob demanda. Onde o usuário pode adquirir unilateralmente recurso computacional, como tempo de processamento no servidor ou armazenamento na rede na medida em que necessite e sem precisar de interação humana com os provedores de cada serviço.
· Amplo acesso. Os recursos são disponibilizados por meio da rede e acessados através de mecanismos padronizados que possibilitam o uso por plataformas thin ou thin client, tais como celulares, laptops e PDAs;
· Serviço medido. Sistemas em nuvem automaticamente controlam e otimizam o uso de recursos por meio de uma capacidade de medição. A automação é realizada em algum nível de abstração apropriado para o tipo de serviço, tais como armazenamento, processamento, largura de banda e contas de usuário ativas.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Squid/Proxy
Squid é um dos proxies para Linux mais utilizados na rede mundial de computadores. É um programa simples, robusto e extremamente confiável que terminou sendo obrigatório a ser instalado em qualquer provedor ou empresa que deseja aumentar a performance de sua conexão ou criar regras de acesso (ACLs) para servidores web. Um proxy é um servidor HTTP com características especiais de filtragem que tipicamente são executados em uma máquina firewall. Um das principais vantagens dos proxies são a capacidade de armazenamento temporário de documentos. O proxy ainda pode criar regras de acesso, permitindo ou não acessos a sites. Fazendo com que possa evitar navegação em sites com conteúdo pornográfico, salas de bate papo, entre outras páginas na internet. O proxy em si possui algumas vantagens inerentes interessantes. A mais comum é como um filtro de ips, permitindo ou não acessos a sites da web, o proxy também é uma excelente ferramenta de auditoria de acessos, já que tem a capacidade de armazenar em seus arquivos de log todas as conexões feitas através do mesmo.Normalmente um proxy trabalha em conjunto com um firewall, complementando assim a segurança do site em diversos aspectos importantes no que diz respeito aos acessos e às tentativas de invasão. É interessante esse dueto de mecanismos de segurança, já que cria uma dificuldade maior para o invasor.
SSH e acesso remoto
Uma possibilidade interessante do SSH é o suporte a distância, que praticamente tudo pode ser feito remotamente como instalações de novos programas, alterações em configurações do sistema, como também a instalação de um novo kernel. O mesmo permite administrar máquinas remotamente tanto utilizando comandos em modo texto, quanto aplicativos gráficos. Permite também encapsular outros protocolos, permitindo, por exemplo, acessar uma sessão do VNC através de um túnel seguro.O SSH utiliza um conjunto de técnicas de criptografia para assegurar que apenas as pessoas autorizadas tenham acesso ao servidor, que todos os dados transmitidos sejam impossíveis de decifrar e que a integridade da conexão seja mantida.
No caso de uma situação onde seja fácil interceptar uma transmissão como no caso de uma rede wireless pública, seja impossível descobrir o conteúdo dos pacotes, devido à encriptação. O SSH utiliza chaves assimétricas para fazer a autenticação, quando o usuário se conecta a um servidor SSH, o computador do usuário e o servidor trocam suas respectivas chaves públicas, permitindo que um envie informações para o outro de forma segura. Através deste canal inicial é feita a autenticação, seja utilizando login e senha, seja utilizando chave e passpharase.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Iptables
É um firewall que além de realizar suas tarefas de forma veloz, segura, eifcaz e econômica, também no aspecto financeiro quanto no de requerimento de hardware, nos dá um amplo leque de possibilidades tais como a implementação desde filtros de pacotes utilizando a tablea Filter a NAT, redirencionamento de endereçamento e portas, mascaramento de conexões, detecção de fragmentos, monitormanto de tráfego entre muitos outros. Quando se fala de requerimento de hardware, o Iptables é bastante generoso, necessitando apenas de um computador sobre a arquitetura 386 com aproximadamente 4 MB, e um Kernel 2.4 ou superior. Um pouco mais de memória e processamento só tendem a melhorar o desempenho do software tal como do próprio sistema. A arquitetura iptables agrupa regras de processamento de pacotes de rede dentro de tabelas por função (filtragem de pactoes, tradução de endereços de rede e outros pacotes "mangling"), cada um dos recursos tem "chains" (sequências) de regras de processamento. As regras consistem em "matches", (utilizando para determinar a quais pacotes a regra será aplicada). O iptables opera na camada 3 do modelo OSI (Rede). Para a camada 2 do modelo OSI (Enlace), existem outras tecnologias.LTSP (Linux Terminal Server Project)
O LTSP (Linux Terminal Server Project) fornece um meio simples de utilizar estações de baixo custo como terminais gráficos ou caracteres em um servidor GNU/Linux. Utilizando o LTSP, você pode ter PC's baratos, remover seu disco rígido, disquete, USB, CD−ROM, e adicionar uma placa de rede com suporte a boot por rede. Durante a fase de boot, a estação sem disco obtém suas informações IP e o kernel do servidor, e então monta o sistema de arquivos raíz via NFS. Uma coisa realmente interessante é que você pode ter várias estações de trabalho conectadas a um único servidor GNU/Linux. Quantas estações de trabalho? Bem, isto depende da capacidade do servidor e das aplicações que serão usadas. Iniciar uma estação sem disco envolve alguns passos. Entender o que está acontecendo ao longo do processo irá tornar muito mais fácil a solução de problemas se eles chegarem a acontecer. Além da redução de custo de desktos é a limitação dos usuários que o LTSP pode favorecer a empresa.Há quatro serviços básicos que são necessários para iniciar uma estação LTSP. São eles: DHCP, TFTP , NFS, XDMCP.
O LTSP é muito flexível. Cada um dos serviços relacionados acima podem ser oferecidos pelo mesmo servidor, ou de diferentes servidores.
domingo, 30 de março de 2008
Gestão do risco em segurança da informação
Tendo em vista a complexidade e o alto custo de manter os ativos de informação a salvo de ameaças à sua confidencialidade, integridade e disponibilidade, é de extrema importância para o alcance dos objetivos de segurança adotar um enfoque de gestão baseado nos riscos específicos para o negócio. Conhecendo as ameaças e vulnerabilidades a que estão sujeitas as informações, bem como os impactos que poderiam advir do compromentimento de sua segurança, torna-se mais bem fundamentada e confiável a tomada de decisão sobre como e quanto gastar com a proteção dos dados corporativos. Gestão de risco é o conjunto de processos que permite às organizações identificar e implementar as medidas de proteção necessárias para diminuir os riscos a que estão sujeitos os seus ativos da informação, e equilibrá-los com os custos operacionais e financeiros envolvidos.Scanners de portas e de SO
Scanner de portas procuram por portas abertas em um ou mais servidores de uma rede, exibindo uma lista de portas que permitem conexão. Existem vários scanners dessa categoria. Porém, o mais conhecido é o Nmap, ele é o mais rápido de sua categoria, é bem completo, podendo scannear diversos hosts. Também tenta identificar qual sistema operacional que o alvo está rodando. Ele pode ser usado no modo gráfico, com o Nmapfe, ou no modo texto.quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Normas e padrões de Segurança II

Cobit (Control objectives for information and related technology)
O Cobit é num conjunto de diretrizes para a gestão e auditoria de processos, práticas e controles de TI. Desenvolvido pela Information System Audit and Control Association (ISACF) e pelo IT Governance Institute, o Cobit oferece um modelo de maturidade para o controle dos processos de TI e abrange práticas em quatro domínios: planejamento e organização, aquisição e implementação, entrega e suporte e monitoração. O Cobit contém mais de 300 pontos de controle para 34 processos, sendo um deles o de segurança da informação. Seu principal objetivo é auxiliar a organização a equilibrar risco e retorno em investimentos em TI.
O Cobit é num conjunto de diretrizes para a gestão e auditoria de processos, práticas e controles de TI. Desenvolvido pela Information System Audit and Control Association (ISACF) e pelo IT Governance Institute, o Cobit oferece um modelo de maturidade para o controle dos processos de TI e abrange práticas em quatro domínios: planejamento e organização, aquisição e implementação, entrega e suporte e monitoração. O Cobit contém mais de 300 pontos de controle para 34 processos, sendo um deles o de segurança da informação. Seu principal objetivo é auxiliar a organização a equilibrar risco e retorno em investimentos em TI.
Normas e padrões de Segurança I

ITIL (It infrastructure library)
O ITIL é um conjunto de documentos desenvolvidos pelo governo do Reino Unido para registrar as melhores práticas na área de gestão de serviços de TI. Embora não represente exatamente um padrão de segurança da informação, o ITIL comtempla as áreas de gestão de incidentes, problemas, configuração, atendimento ao usuário final, nível de serviço e desenvolvimento, implantação e suporte de software, colaborando assim tanto para a padronização e a melhoria da qualidade do serviço ofertado pela área de TI, quanto para o estabelecimento de processos voltados para o alcance dos objetivos de segurança da informação.
O ITIL é um conjunto de documentos desenvolvidos pelo governo do Reino Unido para registrar as melhores práticas na área de gestão de serviços de TI. Embora não represente exatamente um padrão de segurança da informação, o ITIL comtempla as áreas de gestão de incidentes, problemas, configuração, atendimento ao usuário final, nível de serviço e desenvolvimento, implantação e suporte de software, colaborando assim tanto para a padronização e a melhoria da qualidade do serviço ofertado pela área de TI, quanto para o estabelecimento de processos voltados para o alcance dos objetivos de segurança da informação.
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Criptografia
Criptografia é um processo para codificar informações de forma que elas se tornem ininteligíveis caso alguém consiga acessá-las. O processo de criptografia utiliza algoritmos, que são fórmulas matemáticas, para encriptar (codificar) a informação. Assim, o nível de segurança do processo de criptografia reside na qualidade dos algoritmos a serem aplicados. A Criptografia é o caminho natural para quem não se sente seguro apenas com ferramentas de controle de acesso ao PC. A encriptação ou cifragem consiste na aplicação de um algoritmo aos dados por forma a que eles se tornem ilegíveis, para recuperar os dados originais será necessário conhecer o algoritmo de desencriptação ou decifragem. As aplicações básicas da criptografia são a confidencialidade (garantir que apenas quem autorizado pode ler os dados) e a autenticação/integridade (garantir que os dados têm a origem correta e que não foram alterados entre origem e destino). A criptografia simétrica, também conhecida por criptografia tradicional utiliza uma única chave que serve tanto para cifrar como para decifrar. A criptografia de chave pública (mais recente) utiliza uma chave para cifrar e outra chave para decifrar. Tipicamente a chave de cifragem é pública (é divulgada a todos os utilizadores), a chave de decifragem é secreta, normalmente usa-se aqui a expressão privada, para não criar confusões com a criptografia simétrica. Existem ainda outras aplicações, como por exemplo, à assinatura digital.
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