segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Squid/Proxy

Squid é um dos proxies para Linux mais utilizados na rede mundial de computadores. É um programa simples, robusto e extremamente confiável que terminou sendo obrigatório a ser instalado em qualquer provedor ou empresa que deseja aumentar a performance de sua conexão ou criar regras de acesso (ACLs) para servidores web. Um proxy é um servidor HTTP com características especiais de filtragem que tipicamente são executados em uma máquina firewall. Um das principais vantagens dos proxies são a capacidade de armazenamento temporário de documentos. O proxy ainda pode criar regras de acesso, permitindo ou não acessos a sites. Fazendo com que possa evitar navegação em sites com conteúdo pornográfico, salas de bate papo, entre outras páginas na internet. O proxy em si possui algumas vantagens inerentes interessantes. A mais comum é como um filtro de ips, permitindo ou não acessos a sites da web, o proxy também é uma excelente ferramenta de auditoria de acessos, já que tem a capacidade de armazenar em seus arquivos de log todas as conexões feitas através do mesmo.
Normalmente um proxy trabalha em conjunto com um firewall, complementando assim a segurança do site em diversos aspectos importantes no que diz respeito aos acessos e às tentativas de invasão. É interessante esse dueto de mecanismos de segurança, já que cria uma dificuldade maior para o invasor.

SSH e acesso remoto

Uma possibilidade interessante do SSH é o suporte a distância, que praticamente tudo pode ser feito remotamente como instalações de novos programas, alterações em configurações do sistema, como também a instalação de um novo kernel. O mesmo permite administrar máquinas remotamente tanto utilizando comandos em modo texto, quanto aplicativos gráficos. Permite também encapsular outros protocolos, permitindo, por exemplo, acessar uma sessão do VNC através de um túnel seguro.
O SSH utiliza um conjunto de técnicas de criptografia para assegurar que apenas as pessoas autorizadas tenham acesso ao servidor, que todos os dados transmitidos sejam impossíveis de decifrar e que a integridade da conexão seja mantida.
No caso de uma situação onde seja fácil interceptar uma transmissão como no caso de uma rede wireless pública, seja impossível descobrir o conteúdo dos pacotes, devido à encriptação. O SSH utiliza chaves assimétricas para fazer a autenticação, quando o usuário se conecta a um servidor SSH, o computador do usuário e o servidor trocam suas respectivas chaves públicas, permitindo que um envie informações para o outro de forma segura. Através deste canal inicial é feita a autenticação, seja utilizando login e senha, seja utilizando chave e passpharase.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Iptables

É um firewall que além de realizar suas tarefas de forma veloz, segura, eifcaz e econômica, também no aspecto financeiro quanto no de requerimento de hardware, nos dá um amplo leque de possibilidades tais como a implementação desde filtros de pacotes utilizando a tablea Filter a NAT, redirencionamento de endereçamento e portas, mascaramento de conexões, detecção de fragmentos, monitormanto de tráfego entre muitos outros. Quando se fala de requerimento de hardware, o Iptables é bastante generoso, necessitando apenas de um computador sobre a arquitetura 386 com aproximadamente 4 MB, e um Kernel 2.4 ou superior. Um pouco mais de memória e processamento só tendem a melhorar o desempenho do software tal como do próprio sistema. A arquitetura iptables agrupa regras de processamento de pacotes de rede dentro de tabelas por função (filtragem de pactoes, tradução de endereços de rede e outros pacotes "mangling"), cada um dos recursos tem "chains" (sequências) de regras de processamento. As regras consistem em "matches", (utilizando para determinar a quais pacotes a regra será aplicada). O iptables opera na camada 3 do modelo OSI (Rede). Para a camada 2 do modelo OSI (Enlace), existem outras tecnologias.

LTSP (Linux Terminal Server Project)

O LTSP (Linux Terminal Server Project) fornece um meio simples de utilizar estações de baixo custo como terminais gráficos ou caracteres em um servidor GNU/Linux. Utilizando o LTSP, você pode ter PC's baratos, remover seu disco rígido, disquete, USB, CD−ROM, e adicionar uma placa de rede com suporte a boot por rede. Durante a fase de boot, a estação sem disco obtém suas informações IP e o kernel do servidor, e então monta o sistema de arquivos raíz via NFS. Uma coisa realmente interessante é que você pode ter várias estações de trabalho conectadas a um único servidor GNU/Linux. Quantas estações de trabalho? Bem, isto depende da capacidade do servidor e das aplicações que serão usadas. Iniciar uma estação sem disco envolve alguns passos. Entender o que está acontecendo ao longo do processo irá tornar muito mais fácil a solução de problemas se eles chegarem a acontecer. Além da redução de custo de desktos é a limitação dos usuários que o LTSP pode favorecer a empresa.

Há quatro serviços básicos que são necessários para iniciar uma estação LTSP. São eles: DHCP, TFTP , NFS, XDMCP.

O LTSP é muito flexível. Cada um dos serviços relacionados acima podem ser oferecidos pelo mesmo servidor, ou de diferentes servidores.

domingo, 30 de março de 2008

Gestão do risco em segurança da informação

Tendo em vista a complexidade e o alto custo de manter os ativos de informação a salvo de ameaças à sua confidencialidade, integridade e disponibilidade, é de extrema importância para o alcance dos objetivos de segurança adotar um enfoque de gestão baseado nos riscos específicos para o negócio. Conhecendo as ameaças e vulnerabilidades a que estão sujeitas as informações, bem como os impactos que poderiam advir do compromentimento de sua segurança, torna-se mais bem fundamentada e confiável a tomada de decisão sobre como e quanto gastar com a proteção dos dados corporativos. Gestão de risco é o conjunto de processos que permite às organizações identificar e implementar as medidas de proteção necessárias para diminuir os riscos a que estão sujeitos os seus ativos da informação, e equilibrá-los com os custos operacionais e financeiros envolvidos.

Scanners de portas e de SO

Scanner de portas procuram por portas abertas em um ou mais servidores de uma rede, exibindo uma lista de portas que permitem conexão. Existem vários scanners dessa categoria. Porém, o mais conhecido é o Nmap, ele é o mais rápido de sua categoria, é bem completo, podendo scannear diversos hosts. Também tenta identificar qual sistema operacional que o alvo está rodando. Ele pode ser usado no modo gráfico, com o Nmapfe, ou no modo texto.
Scanner de So: Não existem muitos scanners dessa categoria, mas os que existem suprem as necessidades dos invasores. Esses scanners verificam as respostas que o servidores dão às conexões e identificam o Sistema Operacional no qual estão rodando.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Normas e padrões de Segurança II


Cobit (Control objectives for information and related technology)

O Cobit é num conjunto de diretrizes para a gestão e auditoria de processos, práticas e controles de TI. Desenvolvido pela Information System Audit and Control Association (ISACF) e pelo IT Governance Institute, o Cobit oferece um modelo de maturidade para o controle dos processos de TI e abrange práticas em quatro domínios: planejamento e organização, aquisição e implementação, entrega e suporte e monitoração. O Cobit contém mais de 300 pontos de controle para 34 processos, sendo um deles o de segurança da informação. Seu principal objetivo é auxiliar a organização a equilibrar risco e retorno em investimentos em TI.

Normas e padrões de Segurança I


ITIL (It infrastructure library)

O ITIL é um conjunto de documentos desenvolvidos pelo governo do Reino Unido para registrar as melhores práticas na área de gestão de serviços de TI. Embora não represente exatamente um padrão de segurança da informação, o ITIL comtempla as áreas de gestão de incidentes, problemas, configuração, atendimento ao usuário final, nível de serviço e desenvolvimento, implantação e suporte de software, colaborando assim tanto para a padronização e a melhoria da qualidade do serviço ofertado pela área de TI, quanto para o estabelecimento de processos voltados para o alcance dos objetivos de segurança da informação.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Criptografia

Criptografia é um processo para codificar informações de forma que elas se tornem ininteligíveis caso alguém consiga acessá-las. O processo de criptografia utiliza algoritmos, que são fórmulas matemáticas, para encriptar (codificar) a informação. Assim, o nível de segurança do processo de criptografia reside na qualidade dos algoritmos a serem aplicados. A Criptografia é o caminho natural para quem não se sente seguro apenas com ferramentas de controle de acesso ao PC. A encriptação ou cifragem consiste na aplicação de um algoritmo aos dados por forma a que eles se tornem ilegíveis, para recuperar os dados originais será necessário conhecer o algoritmo de desencriptação ou decifragem. As aplicações básicas da criptografia são a confidencialidade (garantir que apenas quem autorizado pode ler os dados) e a autenticação/integridade (garantir que os dados têm a origem correta e que não foram alterados entre origem e destino). A criptografia simétrica, também conhecida por criptografia tradicional utiliza uma única chave que serve tanto para cifrar como para decifrar. A criptografia de chave pública (mais recente) utiliza uma chave para cifrar e outra chave para decifrar. Tipicamente a chave de cifragem é pública (é divulgada a todos os utilizadores), a chave de decifragem é secreta, normalmente usa-se aqui a expressão privada, para não criar confusões com a criptografia simétrica. Existem ainda outras aplicações, como por exemplo, à assinatura digital.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Engenharia Social

A Engenharia Social é um método utilizado para obter acesso à informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas. Para isso, o golpista pode se passar por outra pessoa, assumir outra personalidade, fingir que é um profissional de determinada área, etc. É uma forma de entrar em organizações muito facilmente, porque não necessita da força bruta ou de erros em máquinas, ela explora com muita sofisticação as falhas de segurança dos humanos, que quando não treinados para esses ataques, podem ser facilmente manipulados. Algumas empresas investem fortunas em tecnologias de segurança de informações e protegem fisicamente seus sistemas, mas a maioria não possui métodos que protegem seus funcionários das armadilhas de engenharia social. Engenharia social compreende na aptidão dos indivíduos manterem-se atualizados com diversas questões pertinentes a tecnologia da informação, além de não estarem conscientes do valor da informação que eles possuem e, portanto, não terem preocupação em proteger essa informação. É importante salientar que, independente do hardware, software e plataforma utilizada, o elemento mais vulnerável de qualquer sistema é o ser humano, o qual possui traços comportamentais e psicológicos que o torna susceptível a ataques de engenharia social.

Técnicas

A maioria das técnicas de engenharia social consiste em obter informações privilegiadas enganando os usuários de um determinado sistema através de identificações falsas, aquisição de carisma e confiança da vítima. Um ataque de engenharia social pode se dar através de qualquer meio de comunicação.Tendo-se destaque para telefonemas, conversas diretas com a vítima, e-mail e WWW.